Adoção especial ampara animais deficientes do abandono, diz Avama.

franklinA Ação pró Vida Animal e Meio Ambiente (Avama) há mais de dois anos realiza, em Osasco, feiras de adoção de cães e gatos e mutirões de castração a preços populares. A instituição vem estimulando a adoção de animais com algum problema de mobilidade ou de saúde como cegos, cadeirantes ou que têm convulsões e precisam de remédios de uso contínuo.

Para quem deseja adotar um animal com deficiência deve saber, de fato, qual sua necessidade especial, tratamento e quais suas expectativas de melhora. Segundo Jacy Malagoli, ativista da causa animal e dirigente da Avama, não é fácil ser dono de um animal com deficiência, uma vez ser preciso atenção e cuidados redobrados.

“O preconceito ou a desinformação é o que impede a adoção de animais deficientes ou mesmo a adoção de animais adultos e de pelagem comum, como os animais pretos. É preciso haver uma adoção responsável, independente se o animal é deficiente ou não. É claro que os deficientes necessitam de mais atenção e paciência, pois eles exigem mais tempo do dono e, às vezes, mais despesas. Para cada deficiência é indicado um tipo de tratamento, por isso a importância da avaliação de um veterinário”, relata Jacy.

“A maioria fica deficiente por maus-tratos. Há animais que ficam cegos, outros com lesão na coluna e há aqueles que precisam de fisioterapia ou de medicamentos contínuos. Trabalhamos para conscientizar as pessoas de que os animais deficientes também precisam de abrigo e proteção”, diz a protetora.

Animais são abandonados por outros motivos como velhice, hiperatividade, agressividade, etc. “Os animais ficam agressivos por vários motivos como medo ou dor, portanto é preciso sempre observá-lo e procurar um profissional para um diagnóstico. Apesar da deficiência física, esses animais oferecem um amor incondicional e isso é a maior recompensa”, garante Jacy Malagoli.

A Avama aceita todo tipo de ajuda: rações, medicamentos, vermífugos, xampus, sabonetes para sarna, jornais, casinhas, caminhas, roupinhas, guias e coleiras, dentre outros. Contatos: Jacy Malagoli  no telefone (11) 99102-1905 / 96744-4757 ou no e-mail [email protected] .

 Artigo enviado pela Colunista: Rosi Cheque

 

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