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O tema “sustentabilidade”, seja social e econômica, seja ambiental e empresarial, tem sido objeto de discussão de especialistas, intelectuais, jornalistas e educadores em diversas mídias. Nos últimos três dias, o Estado de São Paulo acolheu lideranças e especialistas de várias partes do Brasil e de países como Estados Unidos, Inglaterra, Austrália, França, Holanda, Espanha e Uruguai na 3ª FIBoPS – Feira e Congresso Internacional de Sustentabilidade.
A feira, realizada no Centro de Convenções Frei Caneca, contou com a participação de 100 palestrantes nacionais e internacionais, 50 expositores e várias atrações artísticas com foco na sustentabilidade como Teatro (peça Aquecimento Global), desfile de modas recicladas (Passarela do Futuro), oficinas de reciclagem (consumo consciente, virando no avesso) e inovações em termos de produtos sustentáveis.
O Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro detém mais de 170 práticas divididos em 10 temáticas gerenciais: Resíduos; Energia; Gases e Poluentes; Recursos Hídricos e Efluentes; Educação, Informação e Comunicação Ambiental; Ferramentas e Políticas de Gestão; Manejo e Reflorestamento; Pesquisas Científicas e Desenvolvimento de Novos Produtos; Proteção e Conservação; Arranjos Produtivos.
Segundo a comissão organizadora, a FIBoPS adota o formato de neutralização via certificado ONU com código de rastreabilidade. Isto significa pagamento imediato das emissões, direcionando a compensação para manutenção de florestas nativas em pé.
Desde sua criação, a Feira tem promovido o intercâmbio de cases entre academias e instituições representativas, empresas e países. Algumas abordagens e apresentações do Congresso: Energia geotérmica (Estados Unidos), Economia de Baixo Carbono (Holanda), Responsabilidade Socioambiental (Inglaterra), Benchmarking e Boas Práticas (Austrália), Energia Renovável (Uruguai), Estratégias de Negócios (Espanha), Moda Ética (França), Inovações Tecnológicas, TI Verde e Consumo Sustentável (Brasil).
Brasil: TI Verde e Consumo Sustentável
O Brasil ficou em segundo lugar em um ranking de “consumo verde”, segundo a National Geographic Society, instituição científica e educacional. Em último lugar ficaram os Estados Unidos. A lista mediu os hábitos em relação a consumo e estilo de vida em 65 quesitos. Foram entrevistas 17 mil pessoas em 17 países, entre emergentes e avançados.
O Brasil teve 58 pontos, maior do que no ano passado (57,3) e menor do que no ano de 2008 (58,6). No quesito alimentação, o desempenho brasileiro foi prejudicado pelo alto consumo de carne (60%) contra 57% dos argentinos e 41% dos americanos e mexicanos que consomem carne diversas vezes por semana.
Segundo o Greendex 2010, responsável pela pesquisa, no Brasil metade das residências pesquisadas possui televisores de baixo consumo de energia.
SAIBA MAIS: 3ª FIBoPS – www.fibops.com.br / Greendex 2010 – http://environment.nationalgeographic.com/environment/greendex .












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